PAST EDITIONS INTERVIEWS
MENTORES CONVIDADOS
CAPITÃO ARTIST RESIDENCY
Catarina Mel
Catarina Mel é curadora e produtora cultural sediada no Porto, Portugal. É fundadora e diretora da CAPITÃO Artist Residency, um programa interdisciplinar de apoio às práticas artísticas contemporâneas através de residências, exposições e programação pública.
O seu trabalho centra-se na prática curatorial, na imagem em movimento e na investigação ecológica, com ênfase na colaboração transdisciplinar e em abordagens críticas à relação entre arte e ambiente. Atualmente integra a edição de 2026 do Postnatural Independent Program (PIP), no Institute for Postnatural Studies.
Em paralelo, trabalha em produção cinematográfica como diretora de produção em projetos independentes. Tem colaborado com artistas e instituições em Portugal e internacionalmente, desenvolvendo projetos que cruzam exposição, programação pública e formatos de investigação.
Mentora, 2024 e 2025
O seu trabalho centra-se na prática curatorial, na imagem em movimento e na investigação ecológica, com ênfase na colaboração transdisciplinar e em abordagens críticas à relação entre arte e ambiente. Atualmente integra a edição de 2026 do Postnatural Independent Program (PIP), no Institute for Postnatural Studies.
Em paralelo, trabalha em produção cinematográfica como diretora de produção em projetos independentes. Tem colaborado com artistas e instituições em Portugal e internacionalmente, desenvolvendo projetos que cruzam exposição, programação pública e formatos de investigação.
Mentora, 2024 e 2025
Genevieve Barton
Genevieve Barton é curadora, investigadora e autora sediada em Londres. Atualmente é Assistant Curator, International Art na Tate Modern, onde trabalha em exposições de grande escala e apresentações da coleção, contribuindo para a expansão da representação de artistas da Europa e da diáspora internacional.
Entre os seus projetos recentes destacam-se A World in Common: Contemporary African Photography (2023), Expressionists: Kandinsky, Münter and The Blue Rider (2024), bem como apresentações dedicadas a Mari Katayama e Emily Kam Kngwarray (2025). Entre as exposições futuras inclui-se Light and Magic: The Birth of Art Photography(outubro de 2026).
Antes de integrar a Tate, trabalhou no Victoria & Albert Museum e em galerias no Reino Unido e internacionalmente. A sua investigação incide sobre práticas artísticas feministas e a relação entre corpo, protesto e arte.
Mentora, 2024 e 2025
Entre os seus projetos recentes destacam-se A World in Common: Contemporary African Photography (2023), Expressionists: Kandinsky, Münter and The Blue Rider (2024), bem como apresentações dedicadas a Mari Katayama e Emily Kam Kngwarray (2025). Entre as exposições futuras inclui-se Light and Magic: The Birth of Art Photography(outubro de 2026).
Antes de integrar a Tate, trabalhou no Victoria & Albert Museum e em galerias no Reino Unido e internacionalmente. A sua investigação incide sobre práticas artísticas feministas e a relação entre corpo, protesto e arte.
Mentora, 2024 e 2025
Giulia Deval
Irene Campolmi
Valentine Umansky
Giulia Deval é artista e investigadora cujo trabalho explora as dimensões políticas e fenomenológicas da voz, com foco em dinâmicas transespecíficas e transculturais do som vocal, bem como nos vieses auditivos que moldam a credibilidade e a autoridade.
A sua prática abrange performance-lecture, ensaios em vídeo, concertos de personagens imaginárias e instalações audiovisuais, assim como workshops dedicados à voz e a suportes magnéticos.
Apresentou o seu trabalho em instituições como Café OTO (Londres), Hangar.org (Barcelona), BOZAR (Bruxelas), Jazzorca (Cidade do México), OGR (Turim) e Centro Pecci (Prato), entre outras.
É atualmente doutoranda na Accademia Albertina de Turim / Politecnico delle Arti de Bergamo e foi distinguida com o Prémio LYDIA (Fondazione Il Lazzaretto & PAC Milão) e bolsas MOVIN’ UP do Ministério da Cultura italiano.
Foi convidada para a CAPITÃO Artist Residency 2025, onde orientou o workshop Reasons Why I Hate My Voice, uma exploração coletiva sobre escuta, fonação e a intimidade da voz humana.
Mentora, 2025
A sua prática abrange performance-lecture, ensaios em vídeo, concertos de personagens imaginárias e instalações audiovisuais, assim como workshops dedicados à voz e a suportes magnéticos.
Apresentou o seu trabalho em instituições como Café OTO (Londres), Hangar.org (Barcelona), BOZAR (Bruxelas), Jazzorca (Cidade do México), OGR (Turim) e Centro Pecci (Prato), entre outras.
É atualmente doutoranda na Accademia Albertina de Turim / Politecnico delle Arti de Bergamo e foi distinguida com o Prémio LYDIA (Fondazione Il Lazzaretto & PAC Milão) e bolsas MOVIN’ UP do Ministério da Cultura italiano.
Foi convidada para a CAPITÃO Artist Residency 2025, onde orientou o workshop Reasons Why I Hate My Voice, uma exploração coletiva sobre escuta, fonação e a intimidade da voz humana.
Mentora, 2025
Irene Campolmi é curadora, historiadora de arte e investigadora, nascida em Itália e sediada em Copenhaga.
O seu trabalho desenvolve-se entre práticas decoloniais, performance e intersecções entre arte e ciência. Desde 2011, tem vindo a conceber programas curatoriais experimentais que incluem exposições, performances, comissões de arte pública e investigação transdisciplinar.
A sua prática assenta em teoria queer e feminista, questionando narrativas dominantes na história da arte e posicionando a curadoria como uma ferramenta crítica, política e especulativa para repensar a produção e partilha de conhecimento.
Atualmente, desempenha funções como Curadora Sénior no MAPS – Museum of Art in Public Spaces e como responsável pelas iniciativas de Arte e Ciência no DARK Cosmology Centre, onde desenvolve novos modelos de colaboração entre artistas e cientistas.
Com mais de quinze anos de experiência, tem desenvolvido projetos internacionalmente, incluindo na Bienal de Veneza, TANK Museum of Contemporary Art, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Kunsthal Charlottenborg, Mattress Factory e The Power Plant, entre outros. Entre 2019 e 2023, foi responsável pelo programa artístico da Enter Art Fair.
Mentora, 2024
Valentine Umansky é curadora e autora, atualmente sediada na Tate Modern, em Londres. É também membro do conselho da Édouard Glissant Art Fund.
Entre 2015 e 2020, viveu e trabalhou nos Estados Unidos, colaborando com instituições como o International Center of Photography, o MoMA em Nova Iorque e o Contemporary Arts Center em Cincinnati.
Os seus projetos curatoriais recentes incluem instalações de Belkis Ayón, Dineo Seshee Bopape e Rosa Barba (Tate), uma exposição dedicada a Pamela Phatsimo Sunstrum e Confinement. Politics of Space and Bodies (Cincinnati).
Foi co-curadora do LagosPhoto Festival em 2018 e colaborou com Iheanyi Onwuegbucha (CCA Lagos) num projeto dedicado à arte moderna e contemporânea nigeriana.
Mentora, 2025
O seu trabalho desenvolve-se entre práticas decoloniais, performance e intersecções entre arte e ciência. Desde 2011, tem vindo a conceber programas curatoriais experimentais que incluem exposições, performances, comissões de arte pública e investigação transdisciplinar.
A sua prática assenta em teoria queer e feminista, questionando narrativas dominantes na história da arte e posicionando a curadoria como uma ferramenta crítica, política e especulativa para repensar a produção e partilha de conhecimento.
Atualmente, desempenha funções como Curadora Sénior no MAPS – Museum of Art in Public Spaces e como responsável pelas iniciativas de Arte e Ciência no DARK Cosmology Centre, onde desenvolve novos modelos de colaboração entre artistas e cientistas.
Com mais de quinze anos de experiência, tem desenvolvido projetos internacionalmente, incluindo na Bienal de Veneza, TANK Museum of Contemporary Art, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Kunsthal Charlottenborg, Mattress Factory e The Power Plant, entre outros. Entre 2019 e 2023, foi responsável pelo programa artístico da Enter Art Fair.
Mentora, 2024
Valentine Umansky é curadora e autora, atualmente sediada na Tate Modern, em Londres. É também membro do conselho da Édouard Glissant Art Fund.
Entre 2015 e 2020, viveu e trabalhou nos Estados Unidos, colaborando com instituições como o International Center of Photography, o MoMA em Nova Iorque e o Contemporary Arts Center em Cincinnati.
Os seus projetos curatoriais recentes incluem instalações de Belkis Ayón, Dineo Seshee Bopape e Rosa Barba (Tate), uma exposição dedicada a Pamela Phatsimo Sunstrum e Confinement. Politics of Space and Bodies (Cincinnati).
Foi co-curadora do LagosPhoto Festival em 2018 e colaborou com Iheanyi Onwuegbucha (CCA Lagos) num projeto dedicado à arte moderna e contemporânea nigeriana.
Mentora, 2025
Mentoring sessions have the aim of developing the projects presented
by the participating artists.
Mentors will have the opportunity to study the proposals in depth beforehand and then discuss aspects of the productions with the participating artists.